Atualmente, por conta da tecnologia, tudo é mais veloz e se propaga muito mais rápido, fazendo com que as pessoas tenham acesso a qualquer tipo de informação em apenas um clique. E, por conta disso, as informações falsas proliferadas estão cada vez mais frequentes, podendo ser usadas para aplicar golpes, espalhar vírus, influenciar opiniões e até manipular o cenário político.

Mas isso não é de agora, o termo Fake News se popularizou recentemente mas sua prática é bastante antiga. Quem nunca ouviu a história que Coca-Cola dá mil e uma doenças ou que saíam bichos de lanches do McDonald’s? Essas são algumas das notícias que existem há muitos anos e nunca foram comprovadas, e as pessoas nunca pareceram preocupadas em checar se realmente eram verdades, apenas saiam espalhando.

Porém este cenário tecnológico está mudando. Recentemente o Facebook estabeleceu uma parceria com duas agências verificadoras de notícias no Brasil, o Aos Fatos e Lupa, serviços ligados à International Fact- Cheking Network (IFCN), uma rede de checadores organizadas pelo Instituto Poynter (EUA). Com isso, as agências terão acesso às notícias denunciadas como falsas pelos usuários e serão encarregadas da checagem sobre sua veracidade – medidas semelhantes aplicadas nos Estados Unidos que diminuíram em 80% as Fake News.



A diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, afirmou que acredita fortemente no impacto que a ferramenta terá, ainda mais em um ano eleitoral.

De acordo com uma matéria do Blog Web Magic Design, na política, por exemplo, notícias falsas já são bem conhecidas.

“Dados mostram que no ano de 2016, 33 das 50 notícias falsas mais disseminadas no Facebook eram sobre a política dos Estados Unidos, e grande parte delas envolveu os candidatos à presidência.”, afirma a matéria do blog.

Além disso, segundo a professora de direito eleitoral do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), Karina Kufa, aquele que compartilhar essas notícias com teor falso, poderá receber punição. Essa é mais uma ação da Justiça Eleitoral para combater as informações falsas que podem prejudicar as campanhas de alguns candidatos.

O Facebook também irá reduzir o alcance orgânico das páginas que tiverem grande quantidade de Fake News publicadas. Em casos de conteúdo pago, elas não poderão ser impulsionadas e as páginas que publicarem com frequência tais notícias, não terão mais a opção de usar anúncios para construir suas audiências.

“Estamos comprometidos em combater a disseminação de notícias falsas no Facebook. Essa parceria é mais um passo em nossos esforços para combater a desinformação e melhorar a qualidade das notícias que as pessoas encontram no Facebook”, afirma Cláudia Gurfinkel, líder de parcerias com veículos de mídia do Facebook para América Latina.

A ferramenta está prevista para ir ao ar em junho e, além dela, o Aos Fatos e o Facebook estão elaborando outras iniciativas no combate às notícias falsas, como o  “Vaza, Falsiane!”, um curso online voltado ao público geral, que contará com pequenos vídeos sobre diferentes assuntos (incluindo personalidades, memes, listas e testes) e buscará ampliar a competência do usuário para a leitura de notícias e o debate nas redes sociais.

Um exemplo brasileiro de Fake News que deu o que falar foi sobre os macacos transmitirem a febre amarela. Devido a grande quantidade de informações falsas que foram compartilhadas nas redes sociais, as pessoas estavam achando que matar o animal era a melhor saída e, por conta disso, o Ministério da Saúde precisou criou algumas campanhas de conscientização emergenciais:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas como saber se uma notícia é falsa ou não? Por serem semelhantes com as notícias oficiais, podemos demorar um pouco para perceber que se trata de Fake News. Pensando nisso, a Solare separou 8 dicas para você não cair nessa:

Com as  Fake News, as marcas estão cada vez mais sujeitas a perder a credibilidade e cair em uma crise. E hoje, mais do que nunca, as agências de marketing digital são peças fundamentais para a criação, elaboração de estratégias e gerenciamento de crise, para minimizar, reduzir ou até mesmo eliminar os impactos causados por esse tipo de notícia. Por isso, confie em pessoas altamente qualificadas e responsáveis no mercado, além de seguir as nossas dicas para não cair mais nesses conteúdos enganosos e continuar consumindo suas marcas preferidas sem “pulga atrás da orelha”!

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